Quinta-Feira, 13 de Janeiro de 2011, 16h:21

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Cultura

Dança do Chorado

Dança afro da região de Vila Bela da Santíssima Trindade. Esta dança surgiu no período colonial/imperial, quando escravos fugitivos ou transgressores eram aprisionados e castigados pelos Senhores e seus entes queridos solicitavam seu perdão e liberdade dançando o Chorado, em que muitas vezes eram atendidos.
Com o passar dos tempos passou a ser realizada ao final da festa de São Benedito pelas mulheres que trabalharam na cozinha
A coreografia tem um ponto diferente de outras danças mato-grossenses autóctones, devido ao equilíbrio das garrafas na cabeça das dançarinas, as quais cantam e dançam um tema próprio. Procuram manter a garrafa na cabeça, para mostrar que estão sóbrias, isto é, que apesar da festança, ninguém está embriagado. Este passou a ser o significado atual da Dança do Chorado.

A expressão que mais se aproxima desta dança é a “Dança da Galopera”, no Paraguai, que também se dança com garrafa na cabeça. A diferença é que a bailarina não canta, pois o tema é instrumental a base de harpa e violão ou banda marcial.
Atualmente a Dança do Chorado é executada pelos componentes do Instituto Tereza de Benguela, como referência cultural do Estado de Mato Grosso.













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Pequi de Ouro

15 finalistas: todas vencedoras!

As autoras dos pratos mais nutritivos e saborosos da rede pública de ensino foram premiadas nesta quinta-feira (28) no concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Entre as 15 finalistas, escolhidas entre mais de 2 mil inscritas, foi selecionada uma de cada região do país, que levou para casa um prêmio de R$ 5 mil e uma viagem internacional para o Chile, com direito a acompanhante.

Pequi Roido

Cadê o dinheiro que estava aqui?

Balanço divulgado no último dia 27 pela Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que, desde 2003, foram desviados R$ 2 bilhões destinados à merenda e ao transporte escolar em diversos municípios no país. Os recursos foram desviados de programas federais que recebem repasses da União. "A corrupção retira recursos públicos que servem para atender as demandas da sociedade. É indiscutivelmente mais grave e doloso quando se vê desvio de verbas na educação e, ainda mais, em áreas como merenda e transporte. Estão minando a possibilidade que o jovem ou a criança venham a ter um futuro melhor", disse o ministro interino da CGU, Carlos Higino Ribeiro de Alencar. A CGU constatou, nesses municípios, a relação entre a má gestão e o desempenho dos alunos. A média dos Índices de Desempenho da Educação Básica (Ideb) onde há corrupção é menor que a média nacional. A média nacional é 5,2, enquanto nos locais onde foi constatada fraude nos programas é 3,55.

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